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Por Waldir Costa

A íntegra da coluna redigida pelo jornalista Waldir Costa

 Jornalismo – O site da “Gazeta do Povo” postou no último dia 12, artigo do professor Carlos Alberto Di Franco,…

Publicado em 15 de dezembro de 2021

A íntegra da coluna redigida pelo jornalista Waldir Costa

 Jornalismo – O site da “Gazeta do Povo” postou no último dia 12, artigo do professor Carlos Alberto Di Franco, bacharel em Direito, especialista em Jornalismo Brasileiro dentre outras atribuições e colunista do jornal com o título “Jornalismo – a hora da virada”, que merece a leitura de estudantes da área de comunicação, jovens jornalistas, inclusive nós, da velha guarda. Di Franco aborda as mudanças no segmento devido à chegada da tecnologia com suas vantagens e implicações. A revolução digital na área segundo Di Franco, é de novos tempos no jornalismo, “quebra todos os moldes e exige uma baita reinvenção corporativa e pessoal. Quem não tiver disposição de mudar a própria cabeça, rápida e efetivamente, deve comprar uma rede e contemplar as belezas do mar. Aqui, no nosso mundo informativo, o desafio não admite olhar de retrovisor”.

Jornalismo II – Hoje é comum o operador de redes sociais se intitular “jornalista”. Nada contra, mas jornalismo não deve ser comparado a banalidades e não se pode confundir “informação com badalação”. Todo jornalista deve e tem que ter um posicionamento, inclusive expressar isso publicamente, mas em forma de artigo, opinião, jamais como notícia, que deve reportar fielmente o acontecimento, lógico, com palavras simples e objetivas, para que o texto tenha o entendimento do mais letrado ao semianalfabeto. Infelizmente as notícias “plantadas”, como dizíamos em passado recente predominam. Uma das frases do professor Di Franco no excelente artigo é das mais pertinentes quando se reporta à coerência: “o bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história”. O artigo ativa o cérebro e nos leva ao passado na convivência com jornalistas geniais, como Montezuma Cruz, J. Oliveira, Joel Santos, Windson Schwartz, Emir Sfair, Walmor Macarini, Waldomiro Baddini Neto, Laércio Souto Maior, Osni Miguel Santana, dentre outros, verdadeiros mestres…

Urnas – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou esta semana as novas urnas eletrônicas, que serão utilizadas nas eleições de 2022, “mais seguras”, que as anteriores. Nada contra a utilização da tecnologia no processo eleitoral, mas continuamos contestando os motivos de não utilizarem um comprovante de votação. Se nos supermercados e no comércio em geral temos os caixas, onde são repassados, eletronicamente, os produtos e os respectivos preços registrados no painel e, posteriormente, no encerramento da operação a totalização da compra e o documento (nota fiscal eletrônica) emitido na hora com tudo o que foi adquirido especificado, inclusive preço unitário e valor total, por que o eleitor não pode receber o comprovante de votação, após votar? Uma das alegações é que o eleitor poderia vender o voto e comprovar com o documento em quem votou. Balela.  Não seria presunção de ilegalidade por parte da Justiça Eleitoral? É o fim da rosca…

Cassol – O ex-governador, ex-senador e ex-prefeito de Rolim e Moura, Ivo Cassol (PP), há tempo está fora da mídia regional. Cassol está sem mandato, mas sempre estava presente no noticiário (rádio, TV, sites) com algumas ações, até inusitadas, como a cura do covid-19 com solda elétrica que viralizou no país. Quem conhece o aguerrido político sabe que ele deve estar preparando alguma ação ostensiva, porque o seu foco e do grupo, que esteve sempre  ao seu lado é concorrer ao governo do Estado nas eleições de outubro do próximo ano. Cassol é sempre um nome de ponta em qualquer disputa eleitoral no Estado e, caso consiga registrar sua candidatura à sucessão estadual de 2022 é um dos nomes a ser batido. Quem viver verá…

Moraes – O presidente do diretório regional do Podemos em Rondônia, deputado federal Léo Moraes pouco tem participado da mídia regional nas últimas semanas. Já se comentou, que Léo seria candidato governador ou a senador, mas nota-se, que houve uma paralisação nas ações políticas intensivas. O Podemos, que tinha dois deputados na Assembleia Legislativa (Cássia Muleta de Jaru e Cirone Deiró, de Cacoal), hoje tem três com a posse recente do ex-prefeito de Pimenta Bueno, Jean Mendonça. Não há dúvida que a forte representatividade na Ale (somente PRB e Podemos tem três deputados) é um forte gancho para estimular um salto maior de Moraes para uma corrida ao cargo de governador ou à única vaga ao Senado. Mas há quem garanta, que ele percorrerá um caminho mais fácil, menos difícil, ou seja, a reeleição.

Respigo  

Ação das mais corretas a do prefeito Hildon Chaves (PSDB) e dos vereadores de Porto Velho em aprovarem o “Abono de Natal” de R$ 2,8 mil aos professores, que estão em salas de aula e de R$ 2,050 para os técnicos de apoio à Rede Municipal de Ensino. A pandemia atrapalhou de forma considerável o dia a dia da a população e as pessoas ligadas à educação foram fundamentais para manter o equilíbrio no segmento +++ Muita chuva hoje (15) em Porto Velho. Desde a madrugada que chove torrencialmente na capital provocando desconforto a boa parte da população devido a ruas inundadas +++ A chuva intermitente não é normal em Rondônia, onde durante o inverno, período atual, chove praticamente quase diariamente durante meses, e o verão, quando as chuvas são escassas. O estranho é que as chuvas no inverno são fortes, mas não prolongadas, como as de hoje, pois até fechamento da coluna, por volta das 13h continuava chovendo torrencialmente.

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