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Tragédia

Mais cinco vítimas do acidente em Capitólio são identificadas

O delegado regional em Passos, Marcos Pimenta, informou que os ocupantes que estavam na lancha mais afetada se conheciam e estavam hospedados em uma pousada em São José da Barra.

Publicado em 10 de janeiro de 2022

Mais cinco vítimas do acidente em Capitólio são identificadas

Mais cinco vítimas do acidente em Capitólio foram identificadas nesta segunda-feira, 10. A Polícia Civil confirmou os seguintes nomes: Rodrigo Alves dos Anjos, de 41 anos, natural de Betim (MG); Geovany Gabriel Oliveira da Silva, de 14 anos, natural de Alfenas (MG); Geovany Teixeira da Silva, de 37 anos, natural de Itaú de Minas (MG); Thiago Teixeira da Silva Nascimento, de 35, natural de Passos (MG); e Carmen Pinheiro da Silva, de 43 anos, de Cajamar (SP). Foram confirmadas dez mortes e as outras cinco vítimas já foram identificadas neste domingo, 9.

Geovany Teixeira era pai de Geovany Gabriel e Thiago era o primo do mais velho. Carmen era mulher de Geovany Teixeira. As vítimas faziam parte do grupo que estava na lancha com o nome Jesus e foi a mais atingida pela pedra que se deslocou do do canyon. O piloto da embarcação, Rodrigo, foi o quarto identificado nesta segunda-feira. Ele tinha experiência em prestar serviços náuticos, segundo a polícia, e estava com a habilitação em dia.

Segundo a Polícia Civil, somam nove pessoas identificadas até o momento. Júlio Borges Antunes, de 68 anos, natural de Alpinópolis (MG), Camila Silva Machado, de 18 anos, natural de Paulínia (SP) e Mykon Douglas de Osti, de 24 anos, natural de Campinas (SP). Os três corpos já foram liberados aos familiares.

Sebastião Teixeira da Silva, de 64 anos, natural de Anhumas (SP) e a esposa, Marlene Augusta Teixeira da Silva, de 57 anos, natural de Itaú de Minas (MG) que aguardam serem retirados do Posto Médico-Legal (PML) pelos parentes.

O delegado regional em Passos, Marcos Pimenta, informou que os ocupantes que estavam na lancha mais afetada se conheciam e estavam hospedados em uma pousada em São José da Barra.

O médico-legista do PPI, Marcos Amaral, conta que “foi um trauma de altíssima energia”. Devido à situação dos corpos, estão sendo aplicados os protocolos adotados no caso das vítimas do rompimento da barragem em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte.

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