ALE/RO
ALE/RO

Voto de Louvor

Voto de Louvor aos Mestres e Professores Capoeiristas é aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa

O deputado estadual Marcelo Cruz acredita no esporte e na cultura como ferramenta de transformação social

Publicado em 16 de novembro de 2021

Voto de Louvor aos Mestres e Professores Capoeiristas é aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa

Foi aprovado por unanimidade, 16, o Voto de Louvor aos Mestres e Professores Capoeiristas do Estado de Rondônia, em reconhecimento pela dedicação à nossa cultura e ao esporte.

O deputado estadual Marcelo Cruz acredita no esporte e na cultura como ferramenta de transformação social, por isso, criou a lei da Copa Amadorzão de Futebol quando era vereador e reforçou já como deputado estadual. Além desta ação em favor do esporte, vem enaltecendo o apoio social através de vários projetos em favor da população rondoniense.

Em 2019 liberou emenda parlamentar no valor de R$ 28 mil para Associação ARCA, que promoveu o 3༠ Encontro de Mestres de Capoeira de Porto Velho, realizado no Porto Velho Shopping. Com isso, vem incentivando a prática da capoeira entre jovens e adolescentes, gerando interação social, elevando a autoestima e criando harmonia social.

Para Igor Albuquerque, presidente da Federação dos Capoeiristas do Estado de Rondônia — FECARON, este voto de louvor, será um divisor de águas. “Iniciativas como esta, coloca a capoeira em evidência, e com certeza assim como o movimento da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro, que deu voz a quem não tinha oportunidade para seus gritos. Nós que praticamos e vivemos a capoeira, com certeza será um divisor de águas. Agradecemos ao deputado Marcelo Cruz por este voto de louvor que será honrado por nós capoeiristas”. Disse.

Para o deputado Marcelo Cruz essa classe desportista precisa de incentivo, pois a capoeira está inserida em nossa cultura, e faz parte da história do Brasil. Afinal nem todos sabem que a capoeira nasceu durante a época da escravidão. “Segundo pesquisas oficiais, dados indicam que entre 3 e 5 milhões de africanos foram trazidos para trabalhar à força, principalmente na agricultura, mineração ou com serviços domésticos. A capoeira era, nessa época, uma forma de luta e resistência dos escravos, e não podemos menosprezar lutas que formaram o caráter dos brasileiros”, disse o deputado.

Gostou da notícia? Siga o DEIXA EU TE FALAR  no FacebookInstagram e no Twitter.

Entre no nosso Grupo do WhatsApp e receba as últimas notícias do Brasil e Rondônia.


HostMídia